website creation software

Blog

REUNIÃO COM SUPERITENDÊNCIA DE BH

Marte - 26 de Abril, 2017


Reunião Realizada em 27 de março de 2019 às 10 horas da manhã em Belo Horizonte na sala 08 do 10º andar prédio Minas (Cidade Administrativa) onde contamos as presenças de Dra. Viviane Angélica de Souza (presidente da SMR) Dr. Gustavo Braga França ( setor de relacionamento entre médicos e poder público) Sra. Nilma Rodrigues de Oliveira (presidente da ARUR) Sra. Ana Luísa ( Diretora do auto custo) Sra. Samira ( diretora do conselho de farmácia terapêutica. A ausência da Sra. Graziela e do Sr. Secretário de saúde foi justificada.

          A reunião iniciou com as apresentações de forma amena e cordial, seguida as devidas apresentações iniciou-se a discussão das demandas pelo Dr. Gustavo, ele sugeriu a criação de um local para discutirmos em períodos pré-agendados sobre processos e que os protocolos sejam unificados em todas as superintendências regionais, pois diferem muitos as exigências e às vezes exigem coisas que nem esta no protocolo, nessas reuniões deverão contar as presenças dos tomadores de decisões, SMR e ARUR, onde levaremos todas as demandas ocorridas entre períodos de dois ou três meses. Com objetivos de minimizar erros e agilizar a dispensa dos medicamentos. Solicitar as reuniões por e-mails. Ficou acordado que as regionais serão padronizadas no que diz respeito ao tipo de receituário, preenchimento das LMIs.

          Os profissionais recém-contratados ainda não estão totalmente capacitados para suas funções nesse sentido Dr. Gustavo sugeriu a disponibilização de um reumatologista para ajudar na analise dos processos. Sugeriu também a criação de um canal de comunicação como padrão do estado – Resultado – Respostas rápidas.

          Ana Luísa se comprometeu analisar caso a caso, chamar especialistas para um estudo profundo de conhecimento do protocolo com o intuito de minimizar erros e demora na analise dos processos. Convidar para as reuniões periódicas outros atores para ampliar a discussão dos problemas como DMERC, CST e as pessoas responsáveis pela judicialização. Nesse momento a Sra. Nilma colocou as demandas da região do Triângulo Mineiro como a suspensão da dispensa do micofenolato de mofitila, azatioprina, secuquenumabe, belimumabe dentre outro medicamentos que estão em desabastecimento e o grande numero de pacientes judicializando para ter acesso aos medicamentos, colocou também que é indiscutivelmente muito mais barato o estado fornecer de forma padronizada. A economia é muito grande estamos falando de alguns milhões (para um estado que se diz falido...) Ana Luíza pergunta se o micofenolato esta no protocolo, Dr. Gustavo diz que já esta regulamentado a mais de um ano. Quanto a azatioprina esta em desabastecimento por falta d pagamento assim como outro princípios ativos, mas que o estado esta resolvendo gradativamente. Segundo Ana Luíza a Sra. Graziela criou uma normativa o secretario esta sencível mas tem que levar para a Fazenda por se tratar de recursos financeiros. A fila começou a andar, mas  ainda sem previsão de normalidade.

Mais uma vez Ana Luíza pede para formalizar tudo por e-mail para levar para discussão e soluções, disse também que fará um informativo para todas as regionais para padronizar o modelo de receituário.

          Dra. Viviane ofereceu um médico reumatologista para trabalhar X horas semanais (ajudar pareceristas). Ana Luíza nos conta que a Sra. Graziela vem estudando novas formas de analise dos pareceres pensou em um aplicativo. Comentou também que na jornada de 2018 uma médica da Bahia ficou indignada com nossa realidade, até os estados do nordeste estão muito a nossa frente no que diz respeito a analise e dispensa dos medicamentos.

          Segundo Ana Luíza para os medicamentos Secuquenumabe e Belimumabe é só montar os processo e gerar o andamento de compra. Desde 2011 tem uma Lei do Ministério de Saúde que os medicamentos têm que passar pela CONITEC, mas o estado pretende analisar os processos de medicamentos que estão sendo judicializando e não passou pela CONITEC, o estado pretende considerar a compra.

          Sobre a descentralização estão pensando desde 2017 quando a ARUR propôs a digitalização e em seguida a descentralização é um assunto que o estado esta considerando como uma decisão favorável para todos. Desde que os municípios queiram se adeque a pactuar na SIF. A condição para a descentralização é a exigência da devolução para a superintendência do recibo assinada pelo paciente comprovando o recebimento do medicamento. Este controle é obrigatório. Deixei claro  Uberlândia quer muito descentralizar a dispensa do componente especializado e levei o de acordo de Uberlândia.

          Outro ponto discutido pelo Dr. Gustavo foi quanto ao paciente que entra em remissão e por causa do PCDT as regionais não aceitam aumentar o espaçamento de uso do medicamento, uma atitude incoerente modelo arcaico do protocolo, porque o espaçamento do uso do medicamento vai gerar economia para o estado. Na saúde privada isso já vem sendo praticado, mais uma vez sugestão de atualização no protocolo. É necessário prevê redução de dose.

          Assim terminou nossa reunião com muitas interrogações, mas também com uma perspectiva de grandes mudanças. E daqui a três meses estaremos novamente conversando para acompanhar a evolução das mudanças propostas.

 

Uberlândia 29 de março de 2019.

Tópicos Recentes


© Copyright 2017 ARUR - Todos Direitos Reservados